Skip to main content
português
português
Open search engine
Search
Close search engine Clear Search
Open search engine
Search
Close search engine Clear Search
português
português
Products in the cart: 0. See details
Open search engine
Search
Close search engine Clear Search

CITROEN

Filters

Subcategories and filters

Filters

in category: CITROEN

Subcategories

Back to: Centralina do motore
  • CITROEN

Chosen Filters

Clear

Price

Vendor

Vendor
Skip filters

Filters

Price
Close Price filter settings
Cancel Apply filters
Vendor
Close Vendor filter settings
Vendor
Cancel Apply filters
End of filters

List of products

Product name: Z to A Default Product name: A to Z Product name: Z to A Price: from lowest Price: from highest
Price 200,00 €
Price 162,60 €
without VAT
Price 90,00 €
Price 73,17 €
without VAT
Price 100,00 €
Price 81,30 €
without VAT
Price 100,00 €
Price 81,30 €
without VAT
Price 200,00 €
Price 162,60 €
without VAT
Price 400,00 €
Price 325,20 €
without VAT
Price 125,00 €
Price 101,63 €
without VAT
Price 225,00 €
Price 182,93 €
without VAT
Price 150,00 €
Price 121,95 €
without VAT
Price 100,00 €
Price 81,30 €
without VAT
Price 600,00 €
Price 487,80 €
without VAT
Price 300,00 €
Price 243,90 €
without VAT

Centralina do motore Citroen

A primeira coisa que chama atenção ao utilizar uma nova centralina em modelos Citroën é a resposta imediata ao comando do acelerador. No caso específico de um Jumper 2.2 HDi, que usei por mais de 3 semanas para entregas regionais, a sensação de elasticidade na faixa média de rotação foi clara logo nas primeiras viagens. Com o motor em torno de 2.000 rpm, o veículo mantinha velocidade constante mesmo em aclives leves, sem exigir redução de marcha.

Mais controle com menos esforço

Dirigir por longos períodos exige que o veículo entregue não apenas potência, mas previsibilidade. O que notei foi uma suavidade maior na transição entre as marchas, com o torque sendo distribuído de maneira mais progressiva. Isso fez com que em trechos urbanos, com paradas frequentes, a condução ficasse menos cansativa. Para quem trabalha diariamente com transporte de cargas leves e médias, esse tipo de comportamento representa menor desgaste físico e melhor rendimento por turno.

Performance estável mesmo sob carga

Durante uma semana de testes com a capacidade máxima de carga, percorri mais de 1.000 km entre vias urbanas, rodovias e trechos de serra. O motor demonstrou consistência, mesmo em marchas longas. As subidas foram vencidas com mais fluidez, sem a sensação de que o motor precisava “forçar”. Isso significa menor consumo, melhor aproveitamento do combustível e maior segurança em ultrapassagens ou retomadas.

Diferenciais que fazem sentido na prática

Já utilizei dispositivos semelhantes em vans de marcas como Peugeot e Fiat. O que diferencia a experiência no Citroën, especialmente após a instalação da nova unidade, é o equilíbrio entre economia e entrega de potência. O consumo médio, com carga parcial, caiu em torno de 8,5% – número obtido após quatro tanques completos e planilhas de controle feitas manualmente. Além disso, o sistema de partida a frio pareceu mais eficiente, com menor tempo de resposta nas manhãs mais frias.

Melhor aproveitamento do veículo em diferentes usos

Outro ponto interessante foi observar como o desempenho se adaptava ao tipo de uso. Em dias de entregas urbanas, com trechos curtos e múltiplas paradas, percebi redução de quase 12% no tempo total de percurso. Já em viagens longas, o conforto acústico na cabine melhorou, já que o motor não precisava trabalhar em rotações tão elevadas para manter a mesma velocidade. Isso influencia diretamente na fadiga do condutor e no desgaste do conjunto mecânico.

Confiabilidade em condições variadas

Levei o veículo para testes também em terrenos de baixa aderência, como trechos de estrada de terra e zonas industriais molhadas. Mesmo em situações com tração comprometida, a resposta do conjunto motor-transmissão manteve a estabilidade. Não houve falhas, perda de desempenho ou qualquer interferência negativa em sistemas de controle eletrônico. Tudo funcionou em harmonia com o restante da estrutura do veículo, o que comprova a integração segura do equipamento.

Após quase 30 dias de uso, o que mais impressiona é como algo aparentemente discreto altera tanto a condução. O veículo ficou mais previsível, mais econômico e mais eficiente. Para quem depende do Citroën como ferramenta de trabalho, essas mudanças são mais do que bem-vindas. Elas afetam diretamente a produtividade, o custo por quilômetro e até a vida útil de componentes importantes. Sem dúvida, é uma escolha que vale a pena para quem busca mais rendimento no dia a dia.

CITROEN